Auxílio na utilização e oxidação (“queima”) de gordura durante o exercício

         Conforme já dito, a Frutose Sunset por ser um combustível que se adapta muito bem à atividade de baixo a moderado esforço físico, possibilita uma maior utilização de gordura durante o exercício, visto que essa fonte de energia apresenta extensa disponibilidade em estoques adiposos em eventos físicos de tal intensidade. Com a prática de exercícios prolongados, a Frutose Sunset permite que os ácidos graxos livres sejam liberados dos estoques adiposos para a captura pelo músculo para ser usado como combustível na produção de energia (ATP) de forma ilimitada. Portanto, para se ter sua oxidação (“queima”) maximizada, o exercício de resistência aeróbia deve ser realizado com intensidade moderada
(< 60% VO2 máx.) como uma caminhada ou trote, e isso é ainda favorecido pela Frutose Sunset, visto que  esse apresenta um baixo catabolismo (oxidação), ou seja, um baixo índice de oxidação nesses níveis e uma baixa síntese de glicogênio no músculo em relação à glicose,  o que favorece ainda mais a utilização de gordura como fonte de energia preponderante a ser utilizada pelos músculos.

 Praticantes de Atividade Física
 Prevenção de hipoglicêmia

     
Na prática de qualquer atividade física, a primeira fonte de carboidrato a ser demanda por parte dos músculos em exercício, mais precisamente pelas células musculares, para que possa ocorrer   a continuidade de trabalho mecânico, o de contração muscular, já iniciado anteriormente pela presença de ATP e fosfato de creatina ou fosfocreatina1 em um processo exergônico2, é o glicogênio, ou seja, é a glicose na forma armazenada encontrada no próprio músculo.

          Estudos científicos demonstram que a ingestão de alimentos ou bebidas que contenham Frutose Sunset uma hora antes da refeição principal, gera redução do apetite por parte da pessoa, pelo fato da Frutose Sunset provocar no organismo retardamento no esvaziamento gástrico, ou seja, levar mais tempo para ser digerida em comparação a glicose e, conseqüentemente, causar na pessoa a sensação de saciedade da fome. Por não gerar efeito estimulatório sobre a insulina, a Frutose Sunset diminui  a possibilidade de obsessão por comida, visto que os níveis de glicose no sangue cairão rapidamente depois da ingestão de carboidratos com alto teor de I.G, (caso da sacarose ou glicose) um fenômeno que pode contribuir ou levar a pessoa à obesidade, o que não acontece com a Frutose Sunset.         

Eduardo Maldonado Campanini
Engenheiro de Alimentos
Pesquisa e Desenvolvimento
Sunset Importação e Exportação Ltda.
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Dieta

Inibidor de apetite

taxa de utilização da glicose para oxidação, glicogênese e, principalmente, da lipogenêse.  Neste último processo, a Frutose Sunset desempenhará um importante papel no metabolismo  humano, uma vez que não provocará a captura da glicose pelas células adiposas e do fígado para  o processo específico de conversão em gordura.  Além disso, a Frutose Sunset auxiliará também, nesse aspecto da obesidade, na diminuição de obsessão por comida, visto que por ser uma fonte de carboidrato de baixo Índice Glicêmico, ao contrário da glicose e da sacarose, e apresentar baixo índice de oxidação (25%)  e de absorção pelo intestino, o que contribui para  uma maior reserva de glicogênio e níveis de glicose no sangue dentro dos limites normais que permanecerão quase constante ou diminuirão muito pouco ou lentamente, o que pode contribuir para não levar à pessoa à obesidade.    
 Obesidade
        A inclusão de carboidratos que têm um baixo Índice Glicêmico (I.G) na dieta, faz com que o efeito seja mais estável sobre os níveis de glicose sanguínea. Este fato está associado à baixa ou até mesmo a  não liberação de insulina, caso da Frutose Sunset, visto que o mecanismo pelo qual a insulina diminui os níveis de glicose sanguínea envolve um aumento na

glicemia, pelo contrário, há a manutenção quase inalterada,  praticamente constante do índice glicêmico e isto pode ser justificado pelo aumento dos níveis de glicose sanguínea ocasionado pela sua ingestão que é cerca de 80% inferior àquele ocasionado pela ingestão da  glicose .
      Para melhor entendimento da influência do carboidrato a ser ingerido sobre a glicemia, parâmetro que determina o alimento ou bebida que pode ser ingerido ou não pelos diabéticos, traremos aqui a noção do conceito de Ìndice Glicêmico (I.G). 
        O Ìndice Glicêmico (I.G.) de um alimento ou bebida é uma medida do efeito que estes exercem sobre os níveis de glicose sanguínea. Um baixo valor do I.G quer dizer que o alimento ou a bebida terá um baixo impacto no aumento dos níveis de glicose sanguínea. Inversamente, um alto I.G. quer dizer que os níveis de glicose sanguínea estão elevados e em alguns casos pode levar a pessoa para uma zona de risco que resultará na necessidade por insulina.
        É recomendado que, pela inclusão de carboidratos que têm um baixo I.G na dieta que é o caso da Frutose Sunset, o efeito seja mais estável dos níveis de glicose sanguínea. Este fenômeno está estritamente relacionado ao fato de que a Frutose Sunset, primeiramente, não estimula a liberação de insulina, como já falado anteriormente, pois a insulina é responsável pela diminuição dos níveis de glicose sanguínea por aumentar a taxa de utilização da glicose para a oxidação e provocar uma maior disponibilidade dessa na forma de glicogênio no fígado e no músculo (processo de glucogênese) para metabolização futura, assim a Frutose Sunset desempenha um efeito totalmente diferente desse, diminuindo o catabolismo (oxidação) da glicose, o que provoca uma maior reserva dos níveis de insulina produzido pelo pâncreas.
        Outro fator associado à manutenção constante dos níveis de glicose circulante no sangue é o baixo índice de oxidação (25%) da Frutose Sunset provocado pelo baixo e retardado esvaziamento gástrico proporcionado pelo carboidrato, pois demora mais tempo que os demais carboidratos como a glicose e a sacarose por exemplo, para ser metabolizado (digerido) e também a absorção mais lenta e menor pelo intestino em comparação a esses.
    
   Portanto, a Frutose Sunset é classificado como sendo um carboidrato de baixo I.G, tem um Índice Glicêmico  de 23 comparado à glicose com Índice Glicêmico de 100 e à sacarose com Índice Glicêmico de 65,  o que explica ser um adoçante natural ideal para aqueles que são portadores de diabetes melito, visto que a Frutose Sunset, associado aos outros fatores já mencionados acima. acarretará praticamente numa manutenção dos níveis de glicose sanguínea.
    
   Logo, muitos diabéticos do tipo II poderão desfrutar dos benefícios de Frutose Sunset em suas dietas, já que, enquanto sacarose e glicose produzem um rápido aumento dos níveis de glicose sanguínea, que provoca um aumento da necessidade por insulina, a Frutose Sunset não causa este rápido aumento do Índice Glicêmico, devido ser metabolizada principalmente dentro do fígado, onde é convertida rapidamente em glicose e liberada lentamente quando o corpo necessita de energia.
     
  Entretanto, é importante salientar e deixar bem claro que isso não exclui a responsabilidade do paciente de  procurar a orientação médica para o consumo do produto, tanto por diabéticos melito do tipo II e principalmente aqueles do tipo I (insulino-dependentes, necessitam de insulina proveniente de fora do organismo).   O acompanhamento médico se faz obrigatoriamente necessário em ambos os casos.

         1 - Diabetes melito tipo II – é um dos tipos existentes da doença crônica diabetes melito, é de menor gravidade em relação a do tipo I,  pois pessoas portadoras da doença não fazem uso de insulina exógena,  (vinda de fora do organismo), somente daquela produzida pelo organismo (insulina endógena) diferentemente da diabetes melito do tipo I, que seus portadores necessitam de insulina exógena.

Diabéticos  
         Diferentemente da glicose, sacarose ou lactose (“açúcar do leite”), a Frutose Sunset é metabolizada independentemente da insulina produzida pelo pâncreas no organismo,  o que o torna um adoçante natural diferenciado, ideal a ser administrado por portadores de diabetes melito do tipo II1, visto que imediatamente após sua ingestão não provoca alterações bruscas na
    Após o seu esgotamento, inicia-se então o processo de glicólise, onde ocorrerá uma seqüência de reações na qual a glicose agora, vinda do fígado e presente  na corrente sanguínea pelo processo de glicogenólise, é desdobrada anaerobicamente ao metabólito intermediário ácido pirúvico, que na presença ou falta de oxigênio suficiente na corrente sanguínea, levará a formação de energia (química) na forma de ATP. Assim tanto esse processo como de neoglicogênese ambas no fígado, mantém seu suprimento de glicose.
     
Entendido de forma simplificada o processo de produção de energia química ATP por meio da glicose   tem-se a condição agora de se explicar o fenômeno da exaustão ou fadiga e a importância de uso da Frutose Sunset para esse caso.
      O fenômeno da exaustão está correlacionado à depleção de estoques de glicogênio e à conseqüente falha em fornecer glicose sanguínea o suficiente para o músculo em exercício. Após exercícios contínuos de média a longa duração (de 90 a 180 minutos) numa captura de oxigênio de 70 a 80% da máxima, os atletas começam a se cansar devido à hipoglicemia. Neste estágio, os carboidratos ainda estão fornecendo de 50 a 60% da energia que está sendo usada, mas está vindo da glicose sanguínea porque os estoques de glicogênio muscular estão esgotados. O glicogênio do fígado então começa a se tornar insuficiente para manter a glicose sanguínea por períodos prolongados, o que faz levar o indivíduo ao quadro de hipoglicemia e à conseqüente exaustão ou fadiga.
      Assim, em atividades físicas de longa duração e/ou de médio a moderado esforço, como um trote ou corrida de longa distância, em que se há a exigência de um alta resistência aeróbica por parte do indivíduo, a ingestão de Frutose Sunset como refeição no “pré-treino” torna-se altamente recomendável, por previnir a hipoglicemia, aumentado dessa forma o tempo de exercício até a exaustão, pelos seguintes motivos:
      - como fonte de carboidrato para os músculos que não estimula a liberação de insulina, ou seja, por ser metabolizada (digerida) independentemente da insulina, permite a manutenção constante dos níveis de glicose sanguinea, mesmo durante e após eventos de média intensidade de trabalho e de longa duração, possibilitando-lhe uma melhor performance na atividade física;
      - por apresentar baixo índice de oxidação (25%) que pode ser explicado pelo fato de retardar o esvaziamento gástrico, ou seja, levar mais tempo para ser digerido e assim ser absorvido menos e mais lentamente pelo intestino em relação à glicose, faz com que haja a manutenção constante do açúcar circulante no sangue e;
      -  permitir maior utilização de gordura durante o exercício.

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